terça-feira, 29 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A velha fedida
P.S. Eu não estava na fila preferencial de idosos.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Dia das Mães

Ser mãe é maravilhoso
É comer comida queimada ou fria
Muitas vezes as duas coisas.
É não ter nojo de xixi
É verificar a consistência do cocô.
Ser mãe é maravilhoso
É tirar ranho seco dos próprios cabelos
É gostar de beijinhos babados
É sentir alívio com os punzinhos do bebê.
Ser mãe é maravilhoso
É acordar de madrugada pra trocar fraldas
É acordar de madrugada pra verificar febre
É acordar de madrugada pra cobrir o bebê
É acordar de madrugada para mandar embora o bicho papão
É acordar de madrugada inúmeras vezes por inúmeros motivos e ainda levantar cedo e feliz.
Ser mãe é maravilhoso
É estar sempre alerta
É pegar o bebê no ar
É ter quatro braços
É ter muitos corações
É dormir com os olhos bem abertos.
Ser mãe é maravilhoso
É maravilhoso o cheirinho do bebê
É doce o primeiro “mamãe”
É incomensurável o primeiro abraço.
Ser mãe é intenso
É grandioso
É poderoso.
Ser mãe é maravilhoso.
Feliz dia das mães.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Comprometida de Elizabeth Gilbert
O livro Comprometida de Elizabeth Gilbert merece um comentário pessoal meu. Longe de ser uma crítica, preciso colocar para fora o que achei do livro que mal terminei de ler. Não vou comparar com Comer, Rezar e Amar, mesmo que Comprometida tente ser uma sequência dele. Liz Gilbert parece ter “perdido a mão”. O que parece é que o livro é uma vingançazinha muito lucrativa do ex-marido. A coisa vai e vem e ela toca no assunto do ex-marido. Será que ela o ama tanto assim e não consegue esquecê-lo?
Na capa está escrito: “Comprometida: uma história de amor”. Protesto! Longe, muito longe de ser uma historia de amor! Parece um documentário.
Uma das coisas que mais me deixou indignada foi a falta de conhecimento da autora quando fala do Brasil: “Felipe cresceu na pobreza do sul do Brasil... “(pag 135). Não preciso comentar.
Leia o trecho da página 175:
“Criada por uma mãe tranqüila do Meio-Oeste e um pai ianque e taciturno, sou genética e culturalmente incapaz de lidar com a clássica versão brasileira de Felipe para resolver conflitos. As pessoas da minha família não falariam assim nem com um assaltante. “... Que feio falar tão mal dos brasileiros! Talvez seja possível entender (aceitar jamais!) quando em outro trecho ela fala do orgulho de ser americana(!).
O livro tem alguns trechos interessantes, com certeza. Mas cá entre nós, se eu soubesse a essência antes, não gastaria um centavo com ele.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Faz tempo...
Faz tempo que não pinto o cabelo, não faço as unhas.
Faz tempo que não escrevo no meu diário e comecei a ler um livro e não consigo acabar.
Uma vez eu li (faz tempo) que um cara tinha morrido e não sabia. Então tudo a volta dele deixava de acontecer, ele não conseguia passar para o dia seguinte.
Mas não tem relação. Basta dar um passo. Um passo. Aí tudo começa acontecer.
